


E não bastasse a beleza divina do Tejo, ainda há a poesia urbana. Nas pontes, docas, beiras. Neste trecho próximo ao Cais do Sodré, caminha-se por um quilômetro lendo a poesia de Pessoa, como Alberto Caieiro. Mais adiantes, esculturas geométricas que fazem sentido ao cair do sol. E os sofás de um lounge, fazem sentido a todo instante. Assim como o Tejo.


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