quarta-feira, 15 de julho de 2009

o Tejo de minha aldeia

Só diante do Tejo para entender a sua beleza azul. Não é o rio da minha aldeia, mas hoje e sempre sua lembrança correrá em minhas veias.


E não bastasse a beleza divina do Tejo, ainda há a poesia urbana. Nas pontes, docas, beiras. Neste trecho próximo ao Cais do Sodré, caminha-se por um quilômetro lendo a poesia de Pessoa, como Alberto Caieiro. Mais adiantes, esculturas geométricas que fazem sentido ao cair do sol. E os sofás de um lounge, fazem sentido a todo instante. Assim como o Tejo.





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